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Paquistão prende mais de 30 pessoas, incluindo mulheres e crianças, durante a marcha do Dia da Mulher em meio à crescente repressão contra a liberdade de expressão.
Grupos de direitos humanos no Paquistão estão condenando a repressão do governo à liberdade de expressão depois que mais de 30 pessoas, incluindo ativistas, jornalistas e crianças, foram detidas durante uma marcha para o Dia Internacional da Mulher em Islamabad.
Detidos, incluindo a ativista Mavra Bari, descreveram condições de prisão superlotadas e insalubres e relatos de espancamentos, sem explicação clara para suas prisões.
Apesar do apoio público de Shehbaz Sharif aos direitos das mulheres, organizações como a Anistia Internacional e Human Rights Watch documentam um crescente padrão de detenções arbitrárias, desaparecimentos forçados, assédio legal e restrições à mídia, particularmente visando críticos, jornalistas e advogados.
Pelo menos sete jornalistas foram mortos em 2024, e as novas leis de mídia são vistas como excessivamente amplas, limitando ainda mais a dissidência.
Os críticos dizem que o governo usa afirmações vagas de segurança nacional para silenciar a oposição, permitindo ao mesmo tempo que as reuniões pró-governo se realizem livremente.
Pakistan detains over 30, including women and children, during Women's Day march amid growing crackdown on free speech.