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Forças dos EUA e israelenses atingiram locais militares iranianos, incluindo aeroportos, em resposta ao assassinato do aiatolá Khamenei, levando a retaliação iraniana e escalada regional.
Ataques dos EUA e israelenses ao Irã provocaram turbulência no mercado global, aumentando os preços do ouro em meio a temores de conflito prolongado e inflação.
Um acidente de F-15 perto da embaixada dos EUA na cidade do Kuwait causou fumaça e chamas em meio a crescentes tensões regionais, sem relatos de vítimas.
O Irã denuncia o ataque de torpedos dos EUA em sua fragata em águas internacionais, matando 87, como não provocado e um precedente perigoso.
A Austrália condena a violência no Irã e pede paz após ataques EUA-Israel.
O Senado rejeita a resolução para limitar os poderes de guerra de Trump no Irã, deixando a autoridade militar em grande parte sem controle.
A China condena os ataques EUA-Israel que matam o líder do Irã, chamando-o de violação da soberania e das regras da ONU.
O primeiro-ministro do Reino Unido, Starmer, critica os ataques de Trump ao Irã como uma escalada, provocando uma ruptura política entre o Reino Unido e os EUA.
O Irã lançou ataques com mísseis e drones contra Israel e sites dos EUA; EUA e aliados retaliaram com ataques precisos contra alvos militares iranianos.
Um julgamento em Nova York prossegue contra Asif Merchant, acusado de tentar contratar assassinos para matar um político dos EUA, com promotores ligando-o à Guarda Revolucionária do Irã.